
O último livro que li "Medo e Delírio em Las Vegas" de Hunter Thompson foi uma das histórias mais loucas que li na minha vida.
Em 1971 ele publica uma série de artigos na Rolling Stone que viria a se tornar seu livro mais famoso: Medo e Delírio em Las Vegas: Uma Jornada Selvagem ao Coração do Sonho Americano. Tratava-se de uma narrativa em primeira pessoa de seu alter ego, Raoul Duke, que viaja até a famosa cidade do jogo para cobrir uma corrida de motocross e uma convenção de promotores públicos sobre drogas, em companhia do bizarro advogado samoano, Dr. Gonzo (inspirado no advogado mexicano Oscar Zeta Acosta). Antes da viagem, os dois encheram o porta malas de seu conversível vermelho com os mais diversos tipos de drogas (maconha, cocaína, LSD, éter, mescalina e muitas outras). O resultado foi uma busca esotérica do Sonho Americano, e o livro, também ilustrado por Ralph Steadman, se tornou o maior sucesso de Thompson.
Verdadeira loucura causada por todos os tipos de drogas que puderem ou não imaginar. Beleza, ao ler isto você pensa: "Deve ser uma apologia às drogas" ou "Eu detesto drogas e não quero ler sobre isto" (puro preconceito).
O melhor do livro é a transcrição da viagem que os detalhes lembrados, a forma como enxerga as pessoas, os efeitos das drogas em uma determinada parte do livro o editor teve de intervir por não conseguir encaixar a história e teve de transcrever o diálogo completo. Dá para ficar fascinado com o estilo de escrita não muito comum do Jornalismo Gonzo.
Dizem que o filme também é muito bom, ainda não assisti mas parece ser muito fiel ao livro , o fato é que deve ser bom pela história e também pelas atuações de Johnny Depp e Benicio Del Toro.
Fica a dica...
Em 1971 ele publica uma série de artigos na Rolling Stone que viria a se tornar seu livro mais famoso: Medo e Delírio em Las Vegas: Uma Jornada Selvagem ao Coração do Sonho Americano. Tratava-se de uma narrativa em primeira pessoa de seu alter ego, Raoul Duke, que viaja até a famosa cidade do jogo para cobrir uma corrida de motocross e uma convenção de promotores públicos sobre drogas, em companhia do bizarro advogado samoano, Dr. Gonzo (inspirado no advogado mexicano Oscar Zeta Acosta). Antes da viagem, os dois encheram o porta malas de seu conversível vermelho com os mais diversos tipos de drogas (maconha, cocaína, LSD, éter, mescalina e muitas outras). O resultado foi uma busca esotérica do Sonho Americano, e o livro, também ilustrado por Ralph Steadman, se tornou o maior sucesso de Thompson.
Verdadeira loucura causada por todos os tipos de drogas que puderem ou não imaginar. Beleza, ao ler isto você pensa: "Deve ser uma apologia às drogas" ou "Eu detesto drogas e não quero ler sobre isto" (puro preconceito).
O melhor do livro é a transcrição da viagem que os detalhes lembrados, a forma como enxerga as pessoas, os efeitos das drogas em uma determinada parte do livro o editor teve de intervir por não conseguir encaixar a história e teve de transcrever o diálogo completo. Dá para ficar fascinado com o estilo de escrita não muito comum do Jornalismo Gonzo.
Dizem que o filme também é muito bom, ainda não assisti mas parece ser muito fiel ao livro , o fato é que deve ser bom pela história e também pelas atuações de Johnny Depp e Benicio Del Toro.
Fica a dica...






